
GÊNESE DA OBRA
O que os olhos de um garoto viram quando ninguém estava olhando
São confidências de quem transformou o medo infantil dos guardas romanos da Semana Santa em crônicas repletas de ternura. Ernesto Braga abre o baú de recordações para narrar a infância e parte da adolescência na cidade do Vale do Jequitinhonha, terra de figuras marcantes e causos inesquecíveis.
Entre lembranças do pai dentista, que foi eleito prefeito, e da mãe professora, o autor guia os leitores pelas ruas de terra e por laços familiares que moldaram sua identidade. Uma homenagem emocionante à simplicidade e ao afeto que definem a alma do interior de Minas Gerais.
Um quarto de século dedicado a contar histórias
Em 2026, Ernesto Braga completa 25 anos de jornalismo. Com passagens por redações de peso, como dos jornais ”O Tempo”, “Estado de Minas” e ”Hoje em Dia”, ele construiu uma carreira baseada na apuração rigorosa e no texto sensível.
O livro nasce para celebrar esse marco temporal. Mas, desta vez, a pauta não é externa. O repórter volta suas ferramentas de trabalho para o próprio passado, transformando as memórias de Rio Vermelho em grande reportagem. Uma obra que une a técnica da imprensa à emoção de quem nunca deixou de ser, em essência, um rio-vermelhense.
OBRA DE RELEVÂNCIA CULTURAL Este livro é fruto de um projeto selecionado e incentivado pelo Município de Rio Vermelho, reconhecido como documento de preservação do patrimônio imaterial da cidade.


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Parte da história de Rio Vermelho foi impressa. Para garantir seu exemplar por apenas R$ 30,00, entre em contato com o autor. Metade deste valor será destinado a uma instituição pública de tratamento oncológico pediátrico.